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A Corregedoria-Geral da Brigada Militar abriu investigação para esclarecer as circunstâncias de uma ocorrência policial que resultou em um cachorro ferido na noite da última terça-feira (27).

Vídeo mostra momento em que policial militar dispara contra cão comunitário

A Corregedoria-Geral da Brigada Militar abriu investigação para esclarecer as circunstâncias de uma ocorrência policial que resultou em um cachorro ferido na noite da última terça-feira (27).

A Corregedoria-Geral da Brigada Militar abriu investigação para esclarecer as circunstâncias de uma ocorrência policial que resultou em um cachorro ferido na noite da última terça-feira (27).

 

O caso aconteceu no bairro Barrinha, localizado em Campo Bom, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e gerou versões conflitantes sobre a dinâmica dos fatos.

​A apuração foi determinada pela Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP-RS). O animal, um cão comunitário conhecido como “Negão”, encontra-se sob os cuidados da ONG Campo Bom Pra Cachorro e permanece internado em uma clínica veterinária conveniada.

​Versões do Incidente

​O episódio foi registrado por câmeras de segurança da rua, e as imagens ganharam repercussão nas redes sociais. No entanto, as narrativas sobre o motivo do disparo divergem.

​O relato de testemunhas e autoridades locais

Segundo informações da vereadora Kayanne Braga, que acompanha o caso, a abordagem policial ocorria por volta das 20h30. A parlamentar relatou que, durante a ação, um policial teria recuado e pisado acidentalmente na pata do animal. O cão teria reagido com um ganido devido à dor, mas, conforme o relato da vereadora, não houve ataque à guarnição, apesar da presença de outros cães no local.

​Ainda assim, o disparo foi efetuado. Após o incidente, uma assessora da parlamentar foi acionada por moradores para auxiliar no resgate do animal. A vereadora destacou que a área, por ser ribeirinha, tornou-se refúgio para diversos animais comunitários desde as enchentes de 2024.

​A posição da Brigada Militar

Em nota oficial, o 32º Batalhão da Brigada Militar apresentou uma versão distinta. A corporação alegou que a guarnição enfrentou resistência ativa e desacato ao abordar três indivíduos, sendo necessário o uso progressivo da força.

​De acordo com a polícia, o cachorro investiu contra os agentes e chegou a morder a perna direita de uma policial militar, causando lesões. A nota afirma que o disparo efetuado utilizou munição não letal (elastômero) com o objetivo de cessar a agressão do animal.

​Desdobramentos

​Após a confusão, o grupo de pessoas abordado foi detido e encaminhado para exames de corpo de delito e, na sequência, apresentado na delegacia de polícia.

​A Secretaria da Segurança Pública reforçou que a investigação interna analisará todas as evidências, incluindo a conduta dos agentes e a veracidade do ataque animal, para determinar as responsabilidades sobre o ocorrido.

 

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